Questões climáticas serão responsáveis por adequações na infraestrutura portuária

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Os responsáveis pela infraestrutura portuária dos terminais brasileiros devem ligar o sinal de alerta por conta das questão climáticas. Isso porque ressacas e ventos, por exemplo, tendem a ficar mais intensos ao longo dos anos. A informação partiu dos professores Ben Hodges e Lance Manuel, do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental e Arquitetura do Campus de Austin da Universidade do Texas (EUA).

Esses fenômenos naturais tendem a reduzir a vida útil dos costados dos portos, além de obras de proteção costeira e equipamentos de movimentação de cargas. Essas preocupações atingem também as perspectivas econômicas dos complexos portuários.

Questões isoladas

Em Santos, a principal preocupação com a infraestrutura portuária deve-se pelo fato da cidade está no nível do mar. Ondas, ventos e ressacas agressivas são cada vez mais prejudicial a estrutura do maior porto da América Latina.

Empresários ligados ao Porto de Santos e autoridades nacionais estiveram no campus da universidade estadunidense a fim de conhecer as pesquisas ligadas ao tema.  Entretanto, os brasileiros também conheceram o Porto de Austin no dia anterior. Além disso, fez parte do cronograma visitas a outros órgãos locais e diplomáticos no país norte-americano.

Investimento em infraestrutura portuária pode beneficiar o PIB Nacional

Um dos engenheiros presentes, Lance Manuel desenvolveu um pesquisa sobre a relação das questões climáticas com a economia nacional. De forma objetiva, inundações e furacões podem reduzir em até 5% o Produto Interno Bruto (PIB) do país.

No Brasil, momentaneamente não há possibilidade destes problemas. Contudo, isso não significa que a preocupação com infraestrutura portuária não seja necessária. Pelo contrário, a maior intensidade climática faz com que a meteorologia esteja atenta a essas possibilidade com o passar do tempo.

Realidade atual

Mas, enquanto o sinal amarelo para problemas climáticos mais intensos não é acesa, há preocupações quanto aos ventos e ressacas. O aumento do nível do mar e o aquecimento global são os principais fatores a originar tais revoltas.

Outra preocupação é o fato do Brasil, até o momento, estar aquém a essas questões. Enquanto países de primeiro mundo já se movimentam para encontrar alternativas, países emergentes estão um passo atrás.

A tecnologia pode ser uma grande aliada, já que as melhorias da infraestrutura portuária ligada a modernização tendem a ser benéfica para os portos brasileiros.

Para mais informações quanto ao universo portuário e da logística, siga acessando o portal da Rhadar Logística.

 

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